domingo, 2 de março de 2014

O artigo de opinião publicado a 28 de Junho de 2012 mantém toda a actualidade. Com a aprovação em Conselho de Ministros da Regulamentação da Lei da Organização Judiciária apenas foi alterado o número de tribunais a encerrar e a data prevista para entrar em vigor que é, agora, 01 de Setembro próximo.

Quanto ao Tribunal de Comarca de Alcobaça, a perda de competências mantém-se nos termos já alertados em 2012.

Tribunal de Alcobaça perde competências


No passado dia 15 de junho, o Governo anunciou as linhas estratégicas para a reforma da organização judiciária. No essencial, a redução de comarcas salta à vista.
No que respeita a Alcobaça, o Tribunal passará, enquanto Instância Central, a ter competência especializada em execuções e comércio. Continuará com a competência cível e criminal, enquanto Instância Local.


Em termos de competência, ressalta, assim, a especialização. Na verdade, o Tribunal Judicial de Alcobaça tinha já todas as competências que na proposta de reorganização judiciária são apresentadas. Pelo contrário, Alcobaça perde competências ao nível das matérias de Família e Menores que passarão para Caldas da Rainha. E continuará a não ter a competência na matéria Trabalho que passará, também, para Caldas da Rainha.
Quer isto dizer que o munícipe do concelho de Alcobaça, para processos de divórcio “litigiosos”, responsabilidade parental (…) deixa de poder dirigir-se ao tribunal de Alcobaça para passar a deslocar-se a Caldas da Rainha. E se para discutir o despedimento de que foi alvo tinha de deslocar-se a Leiria passará a dirigir-se a Caldas da Rainha.
Por outro lado, Alcobaça perderá a resolução de litígios cujos valores sejam superiores a € 50.000,00 (matéria cível) e os processos-crime cuja moldura penal ultrapasse os 5 anos de prisão ou, melhor dito, cuja acusação pelo Ministério Público preveja o julgamento em Tribunal Coletivo. Com a proposta de reorganização, passarão para a Instância Central de Leiria.
Ou seja, quanto às competências em razão do território e do valor, o Tribunal Judicial de Alcobaça, perde. Ganhará na qualidade da decisão a que a especialização conduz nas matérias de execução e comércio (de forma genérica, processos por dívidas e insolvências).
No que respeita ao número de processos expectáveis no Tribunal de Alcobaça, é notório que o mesmo aumente significativamente. Na verdade, o número de execuções e insolvências tem forte crescimento e o Tribunal de Alcobaça, enquanto futura 1ª Secção Especializada em Execuções e Comércio, terá os processos referentes aos concelhos de Alcobaça, Batalha, Bombarral, Caldas da Rainha, Nazaré, Óbidos, Peniche e Porto de Mós.
Da conjugação de todas as alterações a efetuar se perceberá todo o alcance da reforma. Para já, fica o sentimento de que serão as populações a perder. Extinção de Tribunais e deslocações a outros concelhos implicam justiça mais cara e mais distante do cidadão.
É estranho que o Presidente da Câmara de Alcobaça se regozije com a proposta de organização dos tribunais quanto a Alcobaça. Apressadamente, veio dizer que Alcobaça ganha competências quando, como se pretendeu explicar no texto acima, o Tribunal de Alcobaça perde competências e “ganha” processos!

A proposta do Ministério da Justiça de reorganização do mapa prevê a extinção de 54 tribunais e a abertura de 27 extensões. Prevê-se que passe haver uma comarca em cada sede de distrito, dividida em instâncias centrais, instâncias locais e extensões judiciais. Porém, como a palavra de ordem é reduzir custos, há a proposta de extinção de 54 tribunais.
O proposto Tribunal Judicial da Comarca de Leiria será composto pela Instância Central, dividida em 11 Secções as quais ficarão em Leiria (5), Caldas da Rainha (2), Alcobaça (2) Marinha Grande (1) e Pombal (1). Quanto às Instâncias Locais, em número de 9, ficarão as mesmas nas localidades suprareferidas e, ainda, em Porto de Mós, Figueiró dos Vinhos, Nazaré e Peniche. Por último, as extensões judiciais propostas ficarão em Alvaiázere e Ansião.
O projeto final da reforma, que segue agora para discussão pública, deve entrar em vigor no início de 2013.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Lista de candidatos do Partido Socialista à Eleição da Assembleia Municipal de Alcobaça, que se realiza em 29 de Setembro de 2013.
José Acácio Paulino Barbosa
Manuel António Ribeiro
Maria Natália Marquês Serrazina
César José Lourenço dos Santos
António Eduardo Vaz Calaxa
Ana Cristina da Silva Soares Ribeiro
José Rodrigues Romão
Paula Cristina Martins Mariano
Jorge Manuel Agostinho Laureano
António Ascenso
Maria Gabriela dos Santos Costa Fernandes
António Aniceto de Figueiredo
Jaime Pereira Barreiro
Mafalda Sofia Silva Simões Gomes
Romão Alexandre Henriques Correia
Diogo Filipe Vinagre Duarte
Nance Daniela Santos Sousa
José Alberto Baptista Lorvão
Amílcar Manuel Jorge Ramalho
Bárbara Joana Fialho Ribeiro
Paulo José Dias Vicente 

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

          José Canha - PS Autárquicas 2013

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Três anos de mandato!

Faz hoje - 30 de Outubro 2012 - três anos que o actual executivo municipal e a assembleia municipal de Alcobaça tomaram posse.
Três anos em que o concelho de Alcobaça não se afirmou. Pelo contrário, o actual mandato maioritário PSD/Paulo Inácio tem-se pautado pela promessa constante, pelo verbo fácil e pela ausência de obra e de esperança. 
Que os tempos estão desfavoráveis, com a crise a permanecer , já o notámos.
Que entramos no último ano de mandato com novas promessas, também já percebemos. 
O que não entendemos é por que se mantém o estado deplorável das nossas estradas.
O que não entendemos é por que não se dinamiza o concelho.
O que não entendemos é por que não se evidencia o elevado potencial turístico do nosso concelho.
O que não entendemos é por que se paga a água e saneamento tão caro.
O que não entendemos é por que três anos depois, o concelho tem mais desemprego.
Entendemos, isso sim, é que esta maioria PSD/Paulo Inácio, que prometeu uma nova dinâmica, falhou.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Não agrava impostos?!

Aproxima-se a elaboração do orçamento do município para o ano de 2013.
Será o último orçamento a apresentar por esta Câmara Municipal de Alcobaça no mandato que corre, sabendo-se que as eleições autárquicas decorrerão no próximo ano de 2013.
Das intenções, projectos e medidas a contemplar para o ano de 2013 pouco se sabe. Apenas veio o Presidente da Câmara Municipal adiantar à comunicação social que os impostos não irão sofrer agravamento porque não quer sobrecarregar o rendimento dos alcobacenses.
Não deixa de ser interessante saber que durante três anos a maioria PSD na Câmara Municipal não foi sensível às propostas que os vereadores do PS apresentaram no sentido de reduzir os impostos, nas margens em que o podia (e pode) fazer. Porém, o anúncio agora feito, de não agravar impostos, soa a falso! Então não é que o município de Alcobaça tem os impostos (IRS, IMI) mais altos, nos máximos permitidos por lei? Pois é!! 

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Abertura do Ano Escolar e Centro Hospitalar do Oeste

Na reunião de Câmara Municipal da última segunda feira (10/9), coloquei duas questões concretas: situação quanto à abertura do ano escolar e criação do Centro Hospitalar do Oeste com eventuais perdas de valências do hospital de Caldas da Rainha a cujos serviços continuam a aceder os munícipes de três freguesias do concelho de Alcobaça.
Quanto à abertura do ano escolar, garantiu o Presidente de Câmara que tudo está pronto para o efeito nomeadamente no que respeita às refeições e transportes escolares. Porém, continuam a decorrer os concursos para tais serviços, recorrendo o Município à requisição enquanto aqueles não estiverem concluídos. 
Maioria continua a não aceitar a minha proposta da oferta de manuais escolares ao 1º ciclo do ensino básico.
No que respeita à criação do Centro Hospitalar do Oeste (hoje mesmo publicada a portaria em Diário da República) há a preocupação quanto à possibilidade de perda de valências do Hospital de Caldas da Rainha, ao qual acorrem os munícipes das freguesias de Benedita, Alfeizerão e S. Martinho do Porto. É necessário estar atento e pedir informações sobre a situação para não agravar o acesso aos serviços hospitalares.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Marcada e desmarcada no mesmo dia: Assembleia Municipal extraordinária não se realiza por não haver matéria!

 

Convocado hoje, de manhã, para uma Assembleia Municipal extraordinária a realizar na próxima 2ª feira, dia 23, recebo, à tarde, a "desconvocação" da mesma. Curiosa, porém, é a justificação para a "desmarcação":

"A Sessão Extraordinária que estava prevista para o dia 23 de Julho, cuja convocatória foi remetida durante a manhã de hoje (18 de Julho),  fica sem efeito sendo agendada posteriormente, por não existir matéria para a sua realização.".
Não existe matéria para a sua realização?! Então qual era a matéria que havia para convocar extraordinariamente a Assembleia ?!

terça-feira, 10 de julho de 2012

Importa-se de repetir?!



No jornal Tinta Fresca de hoje, 10.7.2012, surge a notícia que dá conta da reeleição de João Paulo Costa, chefe de gabinete do Presidente de Câmara de Alcobaça, como Presidente do PSD/Alcobaça. Refere-se na notícia que: Em relação às eleições de 2013, João Paulo Costa, afirmou que serão preparadas “em conjunto com Paulo Inácio” e “com os 18 presidentes de junta”.
Das duas uma: ou foi lapso do Dr. João Paulo Costa ou não foi. Se não foi lapso, é grave tal afirmação. Preparar eleições com os Presidentes de Junta?! Quem se candidata às eleições são os Partidos Políticos e grupos de cidadãos! E candidatam-se aos órgãos autárquicos. Que quer dizer o Dr. João Paulo Costa quando refere que as eleições de 2013 vão ser preparadas em conjunto com Paulo Inácio e os 18 (!) Presidentes de Junta?!
Está lançada a dúvida!

sexta-feira, 29 de junho de 2012


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Tribunal de Alcobaça perde competências

No passado dia 15 de junho, o Governo anunciou as linhas estratégicas para a reforma da organização judiciária. No essencial, a redução de comarcas salta à vista.
No que respeita a Alcobaça, o Tribunal passará, enquanto Instância Central, a ter competência especializada em execuções e comércio. Continuará com a competência cível e criminal, enquanto Instância Local.
Em termos de competência, ressalta, assim, a especialização. Na verdade, o Tribunal Judicial de Alcobaça tinha já todas as competências que na proposta de reorganização judiciária são apresentadas. Pelo contrário, Alcobaça perde competências ao nível das matérias de Família e Menores que passarão para Caldas da Rainha. E continuará a não ter a competência na matéria Trabalho que passará, também, para Caldas da Rainha.
Quer isto dizer que o munícipe do concelho de Alcobaça, para processos de divórcio “litigiosos”, responsabilidade parental (…) deixa de poder dirigir-se ao tribunal de Alcobaça para passar a deslocar-se a Caldas da Rainha. E se para discutir o despedimento de que foi alvo tinha de deslocar-se a Leiria passará a dirigir-se a Caldas da Rainha.
Por outro lado, Alcobaça perderá a resolução de litígios cujos valores sejam superiores a € 50.000,00 (matéria cível) e os processos-crime cuja moldura penal ultrapasse os 5 anos de prisão ou, melhor dito, cuja acusação pelo Ministério Público preveja o julgamento em Tribunal Coletivo. Com a proposta de reorganização, passarão para a Instância Central de Leiria.
Ou seja, quanto às competências em razão do território e do valor, o Tribunal Judicial de Alcobaça, perde. Ganhará na qualidade da decisão a que a especialização conduz nas matérias de execução e comércio (de forma genérica, processos por dívidas e insolvências).
No que respeita ao número de processos expectáveis no Tribunal de Alcobaça, é notório que o mesmo aumente significativamente. Na verdade, o número de execuções e insolvências tem forte crescimento e o Tribunal de Alcobaça, enquanto futura 1ª Secção Especializada em Execuções e Comércio, terá os processos referentes aos concelhos de Alcobaça, Batalha, Bombarral, Caldas da Rainha, Nazaré, Óbidos, Peniche e Porto de Mós.
Da conjugação de todas as alterações a efetuar se perceberá todo o alcance da reforma. Para já, fica o sentimento de que serão as populações a perder. Extinção de Tribunais e deslocações a outros concelhos implicam justiça mais cara e mais distante do cidadão.
É estranho que o Presidente da Câmara de Alcobaça se regozije com a proposta de organização dos tribunais quanto a Alcobaça. Apressadamente, veio dizer que Alcobaça ganha competências quando, como se pretendeu explicar no texto acima, o Tribunal de Alcobaça perde competências e “ganha” processos!

A proposta do Ministério da Justiça de reorganização do mapa prevê a extinção de 54 tribunais e a abertura de 27 extensões. Prevê-se que passe haver uma comarca em cada sede de distrito, dividida em instâncias centrais, instâncias locais e extensões judiciais. Porém, como a palavra de ordem é reduzir custos, há a proposta de extinção de 54 tribunais.
O proposto Tribunal Judicial da Comarca de Leiria será composto pela Instância Central, dividida em 11 Secções as quais ficarão em Leiria (5), Caldas da Rainha (2), Alcobaça (2) Marinha Grande (1) e Pombal (1). Quanto às Instâncias Locais, em número de 9, ficarão as mesmas nas localidades suprareferidas e, ainda, em Porto de Mós, Figueiró dos Vinhos, Nazaré e Peniche. Por último, as extensões judiciais propostas ficarão em Alvaiázere e Ansião.
O projeto final da reforma, que segue agora para discussão pública, deve entrar em vigor no início de 2013.

 


segunda-feira, 11 de junho de 2012

Direito à indignação e ao protesto

Decidi não continuar na reunião de Câmara Municipal de hoje ante uma continuada atitude arrogante, autoritária e provocadora do sr. Presidente de Câmara.
Logo na resposta aos munícipes que, em reunião pública, compareceram para colocar questões que os preocupam, foi notório o tom despropositado e arrogante utilizado pelo Presidente de Câmara.
Ainda antes da ordem do dia, coloquei três questões ao sr. Presidente: Hospital de Alcobaça/estudo do Ministério da saúde, Cistermúsica e Cine-teatro. Quanto a esta última questão, pretendia eu saber que mudanças houve na direcção do Cine-teatro e porquê. A resposta foi incompreensível e inadmissível para quem preside a um Município: "Não tenho que dar justificações"! Foi esta a resposta do sr. Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça!
Ainda no período de antes da ordem do dia, em resposta à intervenção de outro vereador da oposição - Rogério Raimundo - que apontou a sua discordância com a lei de reorganização administrativa autárquica, repetiu o sr. Presidente de Câmara que tal posição era mais conservadora que Salazar e que "pior que isto nem Salazar"!
Inadmissível o comportamento do Presidente de Câmara, ante os direitos da oposição à informação e à diferença de posições.
Face a tal comportamento, restaram os direitos à indignação  e ao protesto.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Publicada Lei da reorganização territorial autárquica

Foi publicado hoje em Diário da República o regime jurídico da reorganização administrativa territorial autárquica.
O prazo para a pronúncia da Assembleia Municipal quanto à agregação de freguesias é de 90 dias.
Consulte aqui a lei  Lei n.º 22/2012 de 30 de Maio

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Mais 12 lugares de estacionamento na ala sul do Mosteiro

Na reunião de Câmara Municipal de hoje, 28 de Maio, foi aprovada a proposta de alargamento do estacionamento na ala sul do Mosteiro.
O parque de estacionamento passa a ter mais 12 lugares.


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

E o que dizem os vereadores da actual maioria atingidos pelo comunicado do Presidente de Câmara?

Eis a reacção de dois vereadores do anterior mandato PSD (Carlos Bonifácio e Alcina Gonçalves) e de Eduardo Nogueira (membro da Assembleia Municipal eleito pelo PSD no presente mandato e ex-administrador da Terra de Paixão) ao comunicado do Presidente de Câmara Paulo Inácio sobre as investigações da Polícia Judiciária.

Ficamos por saber o que têm a dizer os vereadores actuais da maioria atingidos pelo comunicado do Presidente de Câmara,o qual já comentei nesta página (O comunicado do Presidente da Câmara....) !


Publicado na rádio cister online.

Ex-autarcas de Alcobaça rejeitam suspeições no caso da construção dos centros escolares

Atendendo às sucessivas notícias que têm vindo a público, relativamente à investigação à construção dos Centros Escolares, no Município de Alcobaça promovida pela Polícia Judiciária, os abaixo assinados vêm a público esclarecer os Munícipes e tomar posição sobre os factos:
1. Os abaixo assinados foram, com muita honra e orgulham-se desse facto, membros do anterior executivo e, por isso, não podem, em circunstância alguma, ficar em silêncio sobre a forma como o assunto tem sido tratado.
2. O Presidente da Câmara veio a público colocar o ónus das investigações sobre a gestão do Dr. Gonçalves Sapinho que, infelizmente, não se pode defender e vê o seu nome arrastado para a lama, precisamente por quem atingiu a cadeira do poder, à conta do apoio do Dr. Sapinho. É caso para dizer que a ingratidão não tem limites. Já tinha sido assim há um ano atrás, quando levantou suspeitas sobre a situação financeira da Câmara.
3.Sobre as investigações em curso, de concreto, nada sabemos e, porque temos a consciência tranquila, estamos disponíveis para todos os esclarecimentos que eventualmente nos venham a ser solicitados. “Quem não deve não teme”, a nossa vida fala por nós, não estamos, nem nunca estivemos dependentes da política, nem agarrados aos lugares. Por isso, nos fizemos há vida sem depender das benesses do poder.
4. Se a investigação tem a ver com a facturação, como vem na imprensa, convém esclarecer que quando o executivo liderado pelo Dr. Sapinho cessou funções estava-se na fase das terraplanagens e não havia ainda facturas emitidas. Se a investigação é sobre as deliberações é preciso que se esclareça que todas as decisões foram objecto de apreciação na Câmara e na Assembleia Municipal (órgão fiscalizador), do qual Paulo Inácio era Presidente, tendo todas as deliberações merecido o voto favorável da bancada do PSD.
5.O Presidente da Câmara, ao dizer que mandou elaborar um relatório, do qual nada diz quanto às suas conclusões, dá a ideia que está do lado das investigações contra algo que não refere. Deixa um rasto de suspeições que são intoleráveis e incompreensíveis, tanto mais que na sua equipa fazem parte dois vereadores que estiveram no executivo do Dr. Sapinho.
6.Rejeitamos ser vítimas colaterais e silenciosas. Se o Senhor Presidente da Câmara pretende atingir o seu vice-presidente Hermínio Rodrigues – principal responsável pelo dossier, como Presidente da “Cister – Equipamentos Educativos, SA”, empresa proprietária dos Centros Escolares – trate de resolver o assunto internamente, não alimente suspeições que acabam por atingir pessoas que pouco ou nada têm a ver com o assunto.
7.Perante os factos vindos a público é nossa convicção da legalidade de todo processo, por isso estamos de consciência tranquila. Aquilo que sempre nos norteou foi os princípios, a ética e a honestidade no exercício dos cargos públicos.
Alcobaça, 2 de Fevereiro de 2012.
Carlos Bonifácio
Alcina Gonçalves
Eduardo Nogueira

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

O comunicado do Presidente da Câmara e as investigações da Polícia Judiciária


Em comunicado, veio o Presidente da Câmara de Alcobaça informar que a investigação levada a cabo pela Polícia Judiciária à autarquia diz respeito a factos ocorridos no anterior mandato.
Quanto ao tempo dos factos ficamos esclarecidos. Contudo, no anterior mandato, o agora Presidente de Câmara era o Presidente da Assembleia Municipal, órgão fiscalizador da Câmara Municipal. E dos três vereadores da actual maioria, dois vêm do anterior mandato!
Saberemos, quando terminarem as investigações e forem divulgadas as conclusões, o que está em causa. Para já, fica o infeliz e irónico comunicado do Presidente da Câmara que se apressou a informar do tempo respeitante aos factos. Nas entrelinhas do mesmo, fica a leitura de que se apressou, também, a sacudir a “água do capote”, atirando-a para dois vereadores da actual maioria que pertenceram ao anterior mandato. Independentemente do que vier a ser apurado e das eventuais consequências que surjam, independentemente da investigação nada concluir ou concluir pelo pior, ficou mal ao Presidente da Câmara informar apenas metade. E da metade que informou, atingiu dois (de três) dos vereadores da maioria, revelando completa ausência de solidariedade! Da outra metade que não informou, fica o esclarecimento que se impõe: o actual Presidente de Câmara era, no anterior mandato, o principal responsável pelo órgão fiscalizador da Câmara Municipal! A responsabilidade política - ou a falta dela - tem destas coisas!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Ordem do dia da reunião de Câmara Municipal de 09 de Janeiro 2012

Da Ordem do dia da reunião de Câmara do próximo dia 09 de Janeiro (pública), fazem parte os seguintes pontos para apreciação e votação:
- Fundo de maneio; pagamento de despesas obrigatórias; pagamento de encargos de anos anteriores; ordens de pagamento-anulações; 
- Reconhecimento de interesse público municipal - Raimundo & Maia, Lda.; 
- Processo de obras na Benedita; 
- Parecer sobre transferência de farmácia; 
- Recondução do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados e delegação de competências nos Serviços Municipalizados para autorização de realização de despesas com locação e aquisição de bens e serviços.